Ginásio do Ibirapuera recebeu os dois jogos decisivos pelo segundo ano seguido
Duas vitórias por 3 sets a 0 e dois títulos incontestáveis. As finais da Superliga 2025/2026 confirmaram a boa fase do vôlei mineiro. Praia Clube, no feminino, e Cruzeiro, no masculino, venceram seus jogos sem perder um único set e saíram do Ginásio do Ibirapuera com o troféu de campeão na bagagem.
No feminino, a final foi 100% mineira. Comandado pela central Adenízia, o Praia Clube bateu no dia 3 o Minas Tênis Clube por 3 x 0 (29/27, 25/21 e 25/13). Esse foi o terceiro título nacional da equipe, o primeiro após sete anos.
A decisão no masculino, no dia 10, colocou o Cruzeiro, time de melhor campanha na fase de classificação, diante do Vôlei Renata, de Campinas, seu algoz na final da Copa do Brasil, em março. Consistente e praticamente impecável, o Cruzeiro fez 3 x 0 (25/14, 27/25 e 25/21), conquistou o seu 10º título e ampliou a sua hegemonia no vôlei nacional, tendo vencido quatro das últimas cinco finais da competição.
O Ginásio do Ibirapuera, mais uma vez, foi um palco à altura dos dois jogos. Na somatória das finais, mais de 20 mil pessoas preencheram as arquibancadas.
Parceria com o Governo do Estado
Vice-campeão da Superliga masculina, o Vôlei Renata tem uma parceria longeva com o Governo do Estado de São Paulo. O clube capta via Lei Paulista de Incentivo ao Esporte desde 2014. A verba é aplicada no fluxo de trabalho das categorias sub-15 e sub-17.
Do time que foi a quadra contra o Cruzeiro, no domingo, oito dos 16 jogadores relacionados pelo técnico Horácio Dileo tiveram passagem pelas camadas atendidas pela Lei.
