Tratamentos são pensados considerando anatomia, histórico, expectativas e estilo de vida de cada paciente
O Brasil é o primeiro país do mundo no ranking de realização de cirurgias plásticas. Dados mais recentes da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), revelam que o país contabilizou 2,35 milhões de procedimentos em 2024.
O que vem sendo confirmado por médicos e pesquisadores em eventos científicos realizados pelo país é que a transformação passou a ser silenciosa: se antes o desejo dos pacientes era por procedimentos que causassem impacto de mudança, hoje, a tendência é por resultados muito próximos do natural.
Além da busca por efeitos sutis, a personalização tem sido tendência por meio de planos individualizados que definem os tratamentos considerando anatomia, histórico, expectativas e estilo de vida de cada paciente.
“A personalização fortalece uma relação colaborativa em que médico e paciente constroem juntos um plano baseado em avaliação individual”, explica a supervisora do suporte clínico MedSystems, Raquel Nato.
“Estudos clínicos mostram que abordagens personalizadas favorecem a reorganização do colágeno e entregam maior estabilidade dos resultados a longo prazo. Na prática, quando o tratamento é pensado para aquela pessoa, e não para um padrão, a satisfação e a durabilidade dos resultados são superiores”, destaca.
Abordagem personalizada ganha espaço em cirurgias e tratamentos
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) confirma que o setor tem passado por uma revolução impulsionada por avanços tecnológicos que oferecem maior precisão, segurança e personalização nos procedimentos.
Entre as novidades tecnológicas estão o uso de Inteligência Artificial para simulações faciais, a impressão 3D para moldes personalizados e o avanço dos biomateriais, como próteses com nanotecnologia que imitam tecidos naturais.
Os procedimentos minimamente invasivos seguem em expansão. Técnicas como ultrassom microfocado, radiofrequência e laser têm sido procuradas por quem busca por rejuvenescimento facial e remodelação corporal. As alternativas demandam menor tempo de recuperação e têm riscos reduzidos.
“A personalização elevou a qualidade dos resultados na estética médica ao permitir que cada tratamento respeite a anatomia e as necessidades reais do paciente. Tecnologias como o Volnewmer possibilitam ajustar nível e estratégia de aplicação de forma precisa. Isso se traduz em mais segurança, respostas mais consistentes e resultados naturais, sem padronização”, aponta Raquel.
O Volnewmer é descrito pelo mercado como o primeiro biorregenerador tecnológico do mundo. Raquel explica que ele integra as tecnologias atuais que “oferecem controles ajustáveis de energia e ponteiras específicas que permitem adaptar o tratamento de acordo com o grau de flacidez e a região tratada, promovendo uma abordagem personalizada e segura”. Segundo ela, “essa versatilidade amplia a precisão da tecnologia e torna o tratamento mais alinhado à individualidade e às características de cada paciente”.
Ainda entre as tecnologias disponíveis estão liftings discretos e cirurgia preventiva, que vem ganhando espaço entre pacientes com 40 e 50 anos, que preferem intervir antes da perda de colágeno acentuada.
Outro campo que tem avançado é o da medicina regenerativa, com terapias celulares e tratamentos, capazes de estimular a recuperação tecidual, melhorar a textura da pele e minimizar cicatrizes.
